II SIPAT DO HRSJ ACONTECE ENTRE 11 E 15 DE ABRIL

Na próxima semana, entre os dias 11 e 15 de abril, acontecerá a II SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes) do Hospital Regional de São José. Na oportunidade serão tratados vários assuntos, pelos quais, de alguma forma, interferem nas tarefas executas pelos servidores.

O evento acontecerá no Auditório do Hospital Regional, sempre no horário das 14 horas,  para participar das palestras não é necessário fazer inscrição prévia. Neste sentido, a CIPA/HRSJ gostaria de contar com o empenho de todos os servidores para garantir uma boa participação em todas as atividades propostas. Segue abaixo a programação:


DIA
PALESTRA
PALESTRANTE



11
CIPA e Saúde Ocupacional
PAULO AFRANIO GRAFFUNDER - Engenheiro  da GESAO/SEA
14:00
Transtornos Mentais e Comportamentais
RAFAELA LUIZA TREVISAN - Psicóloga  GEPEM/SEA



12
Assédio Moral no Serviço Público
IZABEL CAROLINA MARTINS CAMPOS -  Psicóloga GEPEM/SEA
14:00
Stress no Ambiente de Trabalho
FABIANO MIGUEL VALERIO - Médico do SAF / HRSJ



13
Saúde do Trabalhador e Suas Patologias
MARILZA MARTINS DA SILVA – Diretora do Sindsaude
14:00





14
Correta Mecânica Corporal no Trabalho
SERVIÇO DE FISIOTERAPIA - HRSJ
14:00
Correto Descarte dos Resíduos
DINORÁ  SANTANA LEMOS - Enfermeira - GRSS / HRSJ



15
Isolamento, Precauções e Medidas de
JOÃO LUIZ MARTINS - Enfermeiro - CCIH / HRSJ
14:00
Prevenção na Assistência

15:30
Confraternização de Encerramento

   

CIPA/HRSJ AVALIA ACIDENTES DE 2015

No ano de 2015 foram registrados 74 acidentes de trabalho no Serviço de Atendimento ao Servidor, onde destacamos 19 acidentes com perfurocortante, 14 por queda, 14 respingo/secreção e 13 por esforço/mau jeito. Na avaliação da CIPA o número de ocorrência registrado ainda é alto, é possível diminuir, mas para tanto, é preciso o empenho de todos os servidores para garantir o uso de EPI, principalmente máscara e óculos, e o correto descarte do material perfurocortante. Confira os dados no gráfico abaixo:

Quando analisamos o gráfico com os dados de 2015 e 2014 verificamos que, embora o número de acidentes seja igual ao do ano anterior, houve redução de 24% nos acidentes com perfurocortante. A redução deste tipo de acidente deve ser sempre motivo de comemoração, pois seu potencial de contaminação pode gerar muito transtorno ao servidor e a sua família. Importante também lembrar que no ano de 2013 houve 62 notificações de acidentes com perfurocortante e, quando comparado ao ano de 2015, observamos então uma redução de 226%. 

Esta diminuição certamente está diretamente relacionada ao fornecimento, de forma individualizada pelo Serviço de Farmácia, das lancetas para realização do HGT, pois essa medida possibilitou a diminuição drástica do uso de agulha de insulina para realizar esse procedimento. Claro que não podemos esquecer as campanhas pelo correto descarte de material perfurocortante e do trabalho da Comissão de Resíduos e CCIH.

A CIPA/HRSJ chama a atenção que no gráfico acima aparece um novo tipo de acidente denominado de esforço/mau jeito, que até o ano de passado não havia registro. Este tipo de ocorrência está relacionado aos acidentes gerados durante a realização de esforço físico durante a realização de uma determinada tarefa no local de trabalho. O registro deste tipo de acidente se deve, certamente, ao trabalho de divulgação do Serviço de atendimento aos Servidores e ao trabalho dos membros da CIPA.


O objetivo principal da CIPA é a "prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do servidor". É uma tarefa muito importante e deve ser de forma contínua, apenas um pequeno grupo não dará conta dessa missão, é preciso sempre a participação e o compromisso de todos. Neste sentido, queremos lembrar que, no mês de Abril deste ano, haverá renovação dos membros da CIPA. Faça a discussão com os seus colegas de setor e indique candidatos para concorrer na eleição da CIPA/HRSJ. 

A SOCIEDADE DO CANSAÇO

Há uma grande discussão pelo mundo sobre a “sociedade do cansaço”. Onde seu principal formulador é um coreano que ensina filosofia em Berlim, Byung-Chul Han, cujo livro com o mesmo título acaba de ser lançado no Brasil (Vozes 2015). Com o objetivo de possibilitar o acesso a esta temática, que de alguma forma, está relacionada ao mundo do trabalho e as suas inter-relações, a CIPA/HRSJ reproduz abaixo um texto que trata sobre o cansaço na sociedade moderna.

A Sociedade do Cansaço

Que maneira de viver, que sintomas, que doenças estão a marcar-nos hoje?Que mudanças e aprendizagens urge lançar?Uma breve apresentação do livro “A Sociedade do Cansaço” de Byung-Chul Han, em colaboração com o Mensageiro de Santo António

Byung-Chul Han é sul-coreano. Depois de estudar Metalurgia no seu país natal, rumou à Alemanha, onde se doutorou em Filosofia, sendo actualmente professor na Universidade de Artes de Berlim. É sobre a sua obra «A Sociedade do Cansaço» que nos debruçamos.

A sociedade ocidental do século XXI é uma sociedade marcada pelas doenças neuronais – depressão, stress, hiperactividade, deficit de atenção (repare-se nas crianças!). Estas doenças ocupam hoje o lugar antes ocupado por doenças bacteriais ou virais, como a tuberculose ou a gripe. Mas as doenças bacteriais ou virais consistem essencialmente em elementos externos (bactérias, vírus) que afectam o nosso corpo, e aos quais podemos levantar defesas; já as doenças neuronais, por outro lado, vêm de dentro de nós, tornando-se a sua cura mais difícil.

É o estilo de vida ocidental que está a provocar esta onda crescente de doenças, com efeitos devastadores nas relações, nas famílias, na vida pessoal. Trata-se «da violência da positividade, que resulta da super-produção, do super-rendimento e da super-comunicação». O contexto laboral que marcou grande parte do século XX – industrial, disciplinado – está a mudar: hoje, as palavras-chave são motivação, iniciativa, rendimento. Muda o âmbito da violência: já não uma violência vinda de fora – as ordens dadas por um patrão, as sirenes das fábricas – mas uma violência que se exerce na pessoa a partir de dentro – na necessidade de ser produtiva, audaz, empreendedora. Mas, e quando a pessoa não consegue atingir os «objectivos» a que se propõe e a que é proposta?

É a sociedade do «yes, we can», do «like». Como lidamos com o fracasso, experiência fundamental numa vida humana em construção, mas uma experiência que não tem lugar na sociedade moderna? Hoje, o trabalhador modelo é o trabalhador capaz domultitasking – ser capaz de realizar, na perfeição, múltiplas tarefas, ao mesmo tempo. Mas as grandes criações humanas – na ciência, na cultura, na arte – só foram possíveis através de longos períodos de atenção, silêncio e concentração. Do mesmo modo, as nossas relações familiares sofrem quando somos incapazes de lhes conceder a nossa total atenção – algo difícil no meio de todas as distrações e solicitações que nos atingem. O excesso que caracteriza a sociedade ocidental – excesso de informação, de comunicação, de emoções, de objectivos – provocam uma dispersão na pessoa, uma incapacidade de estar centrada, um desgaste mental e físico insuportável.

Como lidar com esta realidade? Como aprender a gerir e a controlar os infinitos estímulos que nos afectam, desde a comunicação à internet, passando pelas imagens e pela violência dos telejornais? Como ser capaz de «desligar»? Urge (re)aprender a arte da atenção, da escuta, do silêncio, do deter-se, do dar espaço, do não cair nas «engrenagens» de consumo e produção, para que o ser humano não se converta «numa máquina de rendimento, cujo objectivo consiste no funcionamento sem alterações e no máximo de rendimento».

Trata-se de crescer na pedagogia do olhar: «Aprender a ver significa acostumar o olho a observar com calma e com paciência, a deixar que as coisas se aproximem dos nossos olhos, quer dizer, educar o olho para uma profunda e contemplativa atenção, para um olhar alargado e pausado. Este aprender a olhar constitui o primeiro ensinamento preliminar para a espiritualidade». Curiosamente, o autor termina a sua obra propondo um outro tipo de Cansaço – o cansaço do Sábado bíblico, do descanso como um criar espaço, um dia em que – segundo o texto bíblico – Deus já não cria e, por isso, a Criação pode chegar à sua Plenitude. Trata-se, para o autor, de permitir que o Espírito inspire.

Byung-Chul Han, “A Sociedade do Cansaço”, Lisboa 2014. Artigo publicado na edição de Março do Mensageiro de Santo António

CIPA/HRSJ REALIZA VISTORIA SOBRE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E O CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

A CIPA/HRSJ realizou vistoria em vários setores verificando as Condições Sanitárias e o Conforto nos Locais de Trabalho, pois há um Normativo Legal que estabelece alguns parâmetros que devem ser respeitados Administração Pública (Capítulo XXII do manual de Saúde Ocupacional (DECRETO Nº 2.709, de 27 de outubro de 2009 - NR 24 MT). O relatório resultante deste trabalho foi entregue para a Direção do Hospital para que faça os encaminhamentos necessários para que sejam garantidas as instalações necessárias e de forma adequada nos termos da legislação vigente. Segue abaixo alguns pontos importantes desta Norma:

1. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

* Durante a jornada de trabalho, as instalações sanitárias devem ser submetidas a processo permanente de higienização, de modo que estejam sempre limpas e desprovidas de quaisquer odores. 
* As instalações sanitárias devem ser separadas por sexo. 
* É proibida a utilização das instalações sanitárias para outros fins que não os de asseio e satisfação das necessidades fisiológicas.

2. UTILIZAÇÃO DE CHUVEIROS


* Os banheiros dotados de chuveiros devem: 
* Ser mantidos em estado de conservação, asseio e higiene
* Ser instalados em local adequado; 
* Ter portas de acesso que impeçam o devassamento, ou ser construídos de modo a manter o resguardo conveniente; 
* Ter paredes revestidas de material resistente, liso, impermeável e lavável, e piso com caimento que assegure o escoamento da água para a rede de esgoto, quando houver, sendo de material antiderrapante ou provido de estrados de madeira;
* Para cada chuveiro deve haver um número correspondente de saboneteiras e cabides de toalha.

3. ATIVIDADES INSALUBRES 

* Nas atividades ou operações insalubres, bem como nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes, alergizantes, poeiras ou substâncias que provoquem sujidade, será exigido no conjunto das instalações sanitárias um lavatório e um chuveiro para cada 10 trabalhadores.
* Nos locais em que a atividade exija troca de roupas, ou seja, imposto o uso de uniforme ou guarda-pó, haverá local apropriado para vestiário dotado de armários individuais, observada a separação de sexos. 

O texto na íntegra desta norma poderá ser encontrado no blog: cipahrsj.blogspot.com ou link http://www.portaldoservidor.sc.gov.br/ckfinder/userfiles/arquivos/Saude_Ocupacional/manual_de_s

AUMENTA O ÍNDICE DE REGISTRO DE ACIDENTES NO HRSJ

O relatório de acidentes elaborado pela CIPA/HRSJ aponta que houve aumento de 41% no total de registros de acidentes no primeiro semestre de 2015 em relação ao primeiro semestre de 2014. Quando analisamos os dados separado por tipo de acidentes observamos que houve um aumento de 12,5% dos registros com perfurocortantes, 50% com respingo ocular e 700% dos registros por motivo de queda.


Diante destes dados a CIPA/HRSJ criou um grupo para analisar de forma mais detalhada os dados, principalmente os registros de acidentes por motivo de queda e os registros de acidentes com perfurocortante. É necessário conhecer melhor as circunstâncias que contribuíram na geração dos acidentes para que possamos apontar medidas específicas para tentar reduzir os números acima apresentados. 

        De toda forma entendemos que é necessário e urgente, sensibilizar os servidores quanto à importância do uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), orientar sobre o descarte correto dos materiais e incentivar a colaboração da equipe de cada setor pelo zelo necessário quanto à realização do trabalho. Neste sentido, a CIPA/HRSJ encaminhará um expediente solicitando a disponibilização de óculos de proteção (EPI) para todos os servidores que realizem atividades sujeitas ao risco de contaminação (respingo ocular).

Evitar acidentes e doenças decorrentes do trabalho é o objetivo principal da CIPA, mas nenhuma ação será eficaz se este também não for um compromisso de todos. Então é necessário que dispensemos um pouco de nosso tempo no local de trabalho para tratar deste assunto para que consigamos chegar ao futuro com mais capacidade de trabalho e qualidade de vida, "se você não tem tempo para cuidar do corpo e da mente, um dia vai ter que arranjar tempo para ficar doente" (Edward Stanley).

27 DE JULHO - DIA NACIONAL DE COMBATE AOS ACIDENTES DE TRABALHO

              A CIPA/HRSJ aproveita esta data para reforçar a importância do combate permanente para reduzir os acidentes de trabalho. A preocupação com a prevenção deve ser sempre o nosso primeiro equipamento de proteção, pois nossa capacidade de trabalhar está diretamente ligada com a nossa saúde. Prevenir quer na perspectiva do servidor ou na do governo, é a melhor forma de evitar que os acidentes aconteçam.  

Sugestões para prevenir acidentes de trabalho

           Tenha cuidado e siga todas as regras de segurança na realização das atividades (usar EPI sempre que necessário);

Não re-encape as agulhas e descarte de forma correta os materiais perfurocortantes;

Organize seu local de trabalho, não deixe objetos fora dos seus lugares ou mal arrumados;

Saiba quais os riscos e cuidados que se deve ter ao desenvolver suas atividades;
       
            Contribua com a CIPA ajudando no processo de conscientização sobre ações sobre prevenção de acidentes, bem como na busca permanente por melhorias do ambiente de trabalho e qualidade de vida.

PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - UM DEBATE QUE PRECISAMOS FAZER

Estamos reproduzindo abaixo uma matéria tratando sobre a Proteção Radiológica extraída do site do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina - UNIFESP. É um assunto que ainda causa muita dúvida entre os servidores do hospital, neste sentido, estamos publicando esta matéria para auxiliar no debate sobre quais medidas de proteção são necessárias para os servidores, especialmente nos exames realizados dentro das Unidades de Internação, UTI e Centro Cirúrgico.

Quais os principais malefícios à saúde do trabalhador em curto, médio e longo prazo?

Efeitos determinísticos decorrentes da radiação (catarata, eritema, perda de fertilidade, etc.), não são observados para os trabalhadores para esta faixa de energia utilizado no radiodiagnóstico. Efeitos estocásticos (acumulativos), tais como o câncer, são muito pouco prováveis. Respeitando-se as normas de proteção bem como os 20 mSv anuais, não são observados efeitos biológicos das radiações ao trabalhador. Estudos indicam que a incidência de câncer em trabalhadores com radiação, é a mesma de que trabalhadores que não são expostos à radiação ionizante.

Como se proteger da radiação?

A forma mais eficaz de proteção ainda é a distância da fonte emissora de radiação. Por exemplo, um equipamento de raios-X portátil, operando em UTI, considerando-se uma distância de 2,5 m do aparelho ou do paciente, equivale a um biombo de chumbo, e, portanto não é plausível que as equipes de enfermagem entrem em pânico ou corram quando são executados estes procedimentos no leito do paciente. Outra forma importante é a blindagem, seja através de aventais de chumbo ou de biombos. Fisicamente, a proteção radiológica dos trabalhadores é em função da radiação espalhada no paciente, e, portanto, a forma adequada de proteção é a utilização de colimadores para a limitação do feixe de Raios-X. Em exames de UTI neonatal, sugere-se que os recém-nascidos que precisam ser submetidos a exames radiológicos utilizem a colimação como proteção, tanto do paciente e quanto do operador, e que ele não seja retirado da incubadora ou berço aquecido. Em exames do centro cirúrgico é essencial a colimação para evitar a degradação da imagem pelo espalhamento e a irradiação desnecessária dos trabalhadores. A utilização de técnicas radiográficas com baixos valores de mas efetivamente reduzem o risco de irradiação de pacientes e trabalhadores. A reutilização de químicos de revelação e o uso de ecrans desgastados e de aparelhos radiológicos descalibrados requerem maior dose de radiação, comprometendo a proteção radiológica.

Quais os principais EPIs necessários? Como eles contribuem para segurança?
Os principais EPIs são os aventais de chumbo, protetores de tireoide e óculos com equivalência em chumbo, e fornecem uma proteção de 90% com relação à radiação espalhada. Outra forma de proteção é a utilização de dosímetros termoluminescentes (TLD), para a verificação da dose do trabalhador. Este dosímetro deverá ser utilizado acima do avental de proteção. Em tomografia de múltiplos cortes, recomenda-se que a enfermagem utilize a proteção de tireoide durante a administração do contraste.

CIPA/HRSJ SOLICITA MEDIDAS PARA EVITAR TRANSTORNOS OSTEOMUSCULAR NOS SERVIDORES.

             A CIPA/HRSJ constatou que cerca de 30% dos afastamentos dos servidores são decorrentes de Transtornos do Sistema Osteomuscular e, para tanto, tem solicitado realização de treinamento anual para os servidores quanto à adoção da mecânica corporal correta na movimentação de pacientes ou de materiais (CI 012/2013 e CI 011/2014 CI 018/2014).
  
            No caso da enfermagem, o esforço físico do trabalho está relacionado, em grande parte, à mobilização dos doentes que, principalmente os mais dependentes, impõem necessidade de maior esforço físico dos profissionais para realização de procedimentos como a mudança de decúbito e transferência para as macas ou cadeiras.
 
A literatura tem sugerido que administração de cursos sobre movimentação e transporte de pacientes consiste em uma estratégia importante para reduzir a incidência de distúrbios osteomusculares entre os trabalhadores da saúde. Este treinamento está assegurado na NR 32 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho nos Serviços de Saúde) e no Manual de Saúde Ocupacional dos Servidores Estaduais de Santa Catarina. 

A CIPA/HRSJ também solicitou para a Direção Geral a aquisição de elevador para transferência de pacientes.  Estudos apontam que o uso deste equipamento diminui, sobremaneira, o esforço físico do trabalho da enfermagem nas atividades relacionadas à mobilização dos doentes. Este equipamento já está sendo utilizado no Instituto de Cardiologia na Unidade de Coronária com uma avaliação bem positiva por parte dos funcionários.

Cabe ressaltar o benefício da prevenção dos transtornos osteomusculares devem trazer, tanto para o profissional como para o Estado, redução com despesas médicas, redução das doenças decorrentes do trabalho, diminuição do nível de stress, redução dos acidentes de trabalho e deve possibilitar uma melhora significativa na qualidade de vida dos profissionais.

Segue abaixo algumas dicas de mecânica corporal que devem ser utilizadas pelo pessoal de enfermagem durante a manipulação de pacientes:
  • ·         Deixar os pés afastados e totalmente apoiados no chão;
  • ·         Trabalhar com segurança e com calma;
  • ·         Manter as costas eretas;
  • ·         Usar o peso corporal como um contrapeso ao do paciente;
  • ·         Flexionar os joelhos em vez de curvar a coluna;
  • ·         Abaixar a cabeceira da cama ao mover um paciente para cima;
  • ·         Utilizar movimentos sincrônicos;
  • ·         Trabalhar o mais próximo possível do corpo do paciente;
  • ·         Usar uniforme que permita liberdade de movimentos e sapatos apropriados;
  • ·         Realizar a manipulação de pacientes com a ajuda de, pelo menos, uma pessoa.
Fonte: Alexandre, Neusa Maria Costa, & Rogante, Maria Marilene. (2000). Movimentação e transferência de pacientes: aspectos posturais e ergonômicos. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 34(2), 165-173. Recuperado em 08 de julho de 2015, de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342000000200006&lng=pt&tlng=pt. 10.1590/S0080-62342000000200006.

CIPA SOLICITA EMBALADOR DE GUARDA-CHUVA PARA AS PORTARIAS

Para evitar a ocorrência de queda (acidente) nos corredores do hospital nos dias de chuva a CIPA/HRSJ solicitou, junto a Direção, a colocação de 02 EMBALADORES DE GUARDA-CHUVA, 01 na portaria de pontos e outro na entrada do Centro de Estudos.

Com a utilização do embalador espera-se que os corredores não fiquem tão molhados nos dias de chuva, oferecendo assim mais segurança aos servidores e contribui na manutenção da limpeza dos corredores.


Para que este equipamento seja útil precisamos da colaboração de todos os servidores, seja utilizando o embalador sempre que entrar com guarda-chuva molhado, divulgando a existência do embalador ou solicitar a reposição do refil junto ao Serviço de Zeladoria.

SERVIDORES DEVEM SER OUVIDOS NA ELABORAÇÃO DE PROJETO E NAS OBRAS DE REFORMAS

      CIPA/HRSJ encaminhou uma Comunicação Interna (CI), no dia 29 de abril, para a Direção Geral do Hospital Regional solicitando a aplicação das diretrizes da Política Nacional de Humanização do SUS (PNH) na elaboração dos projetos e na realização das obras de reformas nas dependências do desta unidade hospitalar. Por sua vez, o Diretor Geral manifestou de forma favorável ao pleito solicitado pela CIPA.

       Sendo assim, sempre que houver estudos para a elaboração de projetos ou realização de obras de reformas, cada setor deve discutir com a sua Chefia e a Direção do Hospital Regional método de discussão coletiva que será colocado em prática. O produto deste processo deve servir de subsídio para os profissionais de Engenharia e Arquitetura para apresentar um projeto que garanta mais segurança em relação à infecção hospitalar, prevenção de acidentes e contemplar arranjos que favoreçam o processo de trabalho.

      Esta intervenção da CIPA tem o objetivo de fazer a defesa da adoção da Política Nacional de Humanização do SUS (PNH) como referência de gestão, onde uma de suas diretrizes estabelece a valorização da ambiência, com organização de espaços saudáveis e acolhedores de trabalho. Baseada na idéia de transversalidade e indissociabilidade da atenção e gestão, de projetos co-geridos de ambiência como um dispositivo, para contribuir na mudança das relações de trabalho”. Recomendando que a produção do projeto arquitetônico para as mudanças, como organização de espaços saudáveis e acolhedores de trabalho, seja pautada na discussão coletiva, incluindo gestores e trabalhadores na elaboração e execução do projeto.

     Como a Ambiência é um conceito novo e certamente pouco conhecido pelo conjunto dos servidores endereço eletrônico para que os interessados possam acessar a cartilha elaborada pelo Ministério da Saúde e outras matérias sobre tema.  http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ambiencia_2ed.pdf

CIPA/HRSJ REALIZA TREINAMENTO DE COMBATE AO INCÊNDIO

Com o apoio do Servidor Carlos Robertson de Oliveira e do Batalhão do Corpo de Bombeiros de São José, realizamos nos dias 07 e 08 de maio o Treinamento de Combate ao Incêndio e o Correto Manejo dos Extintores. 


O evento teve como objetivo treinar pelo menos um servidor de cada setor por turno de trabalho, conforme o estabelecido pelo Manual de Saúde Ocupacional dos Servidores. A atividade contou com uma boa representação de vários setores, mas teve alguns setores que não encaminharam os servidores conforme o solicitado na CI encaminhada pela Direção Geral. 

A CIPA procurou destacar bastante esta atividade porque ela somente pode ser realizada durante a troca dos extintores, por esse motivo estamos há dois anos tentando realizar esta atividade. Assim sendo, até a próxima troca, não poderemos realizar este exercício prático de combate ao incêndio, só o teórico.

ACIDENTES COM PERFUROCORTANTE TEM REDUÇÃO DE 61% EM 2014

A CIPA/HRSJ informa que no ano de 2014 houve uma redução de 27% no número de acidentes registrados no Serviço de Medicina do Trabalho quando comparado ao ano de 2013, passando de 102 para 74 acidentes.

Outro dado importante é que houve uma redução ainda maior em relação aos acidentes com perfurocortante, com redução de 61%, que passou de 62 ocorrências em 2013 para 24 em 2014.


Quando analisamos o gráfico comparativo de acidentes por setor observamos que apenas os setores 5ºA, Centro Obstétrico e CME tiveram o aumento de registros, fato que será objeto de análise da CIPA nos próximos dias.

Os dados são apenas uma referência para a análise, pode até ser objeto de comemoração, mas não podemos esquecer que ainda é necessário avançar muito em relação à prevenção, principalmente acidentes com perfurocortante e respingo ocular, que expõe o servidor a adquirir doenças infecto-contagiosas. 

Neste sentido, é importante a participação e vigilância de todos em todo o processo de trabalho. Este trabalho de vigilância precisa ser compartilhado com todos os servidores. A CIPA/HRSJ também precisa de sua participação.







CIPA/ HRSJ REALIZA SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - SIPAT

A CIPA / HRSJ realizou entro os dias 08 e 12 de dezembro do corrente ano a Semana Interna de Prevenção de Acidentes - SIPAT com o seguinte tema: CUIDAR DE VIDAS, NOSSA MISSÃO, TRABALHAR COM SEGURANÇA NOSSO DIREITO E OBRIGAÇÃO. 

Durante a semana foi rodado vídeos durante o horário de almoço no refeitório que tratam sobre a a importância da prevenção de acidentes. Para assistir qualquer vídeo basta acessar o link abaixo ou na lateral da página.

USO DO EPI´S - YouTube https://www.youtube.com/watch?v=l9rOHBJKn-s

Vídeo para https://www.youtube.com/watch?v=l9rOHBJKn-s


Biossegurança: Riscos Biológios - YouTube http://www.youtube.com/watch?v=TW8veewmo5Y

Vídeo para https://www.youtube.com/watch?v=TW8veewmo5Y 

Vídeo para https://www.youtube.com/watch?v=Gh-dC2u1f9E


Vídeo para https://www.youtube.com/watch?v=G_tU7nvD5BI

A CIPA/HRSJ também apresentou gráficos sobre os números de acidentes ocorridos nos hospital e também o relatório de afastamentos do ano de 2013.